Experiência
Ideias derivam da sensação e da reflexão sobre as operações da mente, em oposição à hipótese de princípios inatos já inscritos no entendimento.

Filósofo inglês que investigou a origem das ideias, a identidade pessoal e a legitimidade do governo, articulando experiência, direitos, propriedade e consentimento.
Ideias derivam da sensação e da reflexão sobre as operações da mente, em oposição à hipótese de princípios inatos já inscritos no entendimento.
A continuidade da consciência e da memória organiza sua análise da pessoa, distinguindo-a da identidade de uma substância ou organismo.
A legitimidade política depende de consentimento e proteção de direitos, mas a apropriação por trabalho e seus limites precisam ser confrontados com a expansão colonial de seu tempo.
Locke estudou e trabalhou em Oxford, participou de redes médicas, científicas e políticas e viveu parte de sua vida no exílio nos Países Baixos. Sua filosofia conecta teoria do conhecimento, educação, tolerância, religião e governo.
A defesa de direitos e consentimento deve ser lida com seu contexto imperial: sua teoria da propriedade, seus vínculos administrativos com projetos coloniais e debates sobre seu envolvimento com a escravidão exigem análise crítica, sem converter contexto em nota lateral.