Causalidade e hábito
A experiência mostra conjunções regulares, não uma conexão necessária visível; a repetição forma a expectativa de que um evento siga outro.

Filósofo escocês que investigou os limites da experiência e da razão, explicando causalidade, identidade e expectativas por hábito, sentimento e práticas humanas.
A experiência mostra conjunções regulares, não uma conexão necessária visível; a repetição forma a expectativa de que um evento siga outro.
Justificar o futuro pelo passado já pressupõe a regularidade que se quer demonstrar, revelando um limite racional das inferências cotidianas.
Reconhecer limites da razão não suspende toda crença: natureza, costume e prática continuam orientando a investigação e a vida comum.
Hume nasceu em Edimburgo e participou do Iluminismo escocês como filósofo, ensaísta e historiador. Sua primeira grande obra teve recepção discreta, mas as investigações posteriores reformularam argumentos sobre entendimento e moral.
Seu ceticismo não significa não acreditar em nada. Ele questiona justificações filosóficas excessivas enquanto explica por que hábitos, sentimentos e convenções tornam a crença e a vida prática inevitáveis.