Mundo como representação
Aquilo que conhecemos aparece nas formas e relações do sujeito cognoscente; a formulação parte de Kant, mas Schopenhauer a reorganiza em seu próprio sistema.

Filósofo alemão que descreveu o mundo como representação e vontade, relacionando desejo, sofrimento, arte, compaixão e ascetismo.
Aquilo que conhecemos aparece nas formas e relações do sujeito cognoscente; a formulação parte de Kant, mas Schopenhauer a reorganiza em seu próprio sistema.
Princípio não racional que se manifesta no corpo, no desejo e na natureza, produzindo uma busca que se renova e ajuda a explicar o sofrimento.
Experiência estética, reconhecimento do sofrimento alheio e negação da vontade oferecem respostas distintas ao ciclo do desejo, sem equivalerem a uma receita simples de pessimismo.
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Schopenhauer nasceu em Danzig, estudou em Göttingen e Berlim e desenvolveu um sistema filosófico em diálogo crítico com Kant, com tradições platônicas e com fontes indianas conhecidas por traduções europeias de sua época.
Sua obra central articula experiência, corpo e desejo por meio da distinção entre representação e vontade. A recepção tardia alcançou filosofia, literatura, música e psicologia, inclusive Nietzsche, cuja relação passou da apropriação entusiasmada à crítica.