Henrique Reis
Arte promocional oficial de No Place for Bravery
2022 · jogo brasileiro

No Place for Bravery

A precisão de esquivas, aparos e execuções não existe isolada da narrativa: insistir em avançar torna o jogador participante da obsessão de Thorn.

Sobre o jogo

Action RPG sobre Thorn, um pai envelhecido cuja busca pela filha transforma combate brutal em parte de uma história sobre obsessão e violência.

Como ele joga

Combates exigem leitura, posicionamento, esquiva e parry. Inimigos punem repetição descuidada, enquanto finalizações reforçam o peso atribuído à jornada.

Direção de arte

A pixel art trabalha escala monumental, ruína e violência explícita. Cenários e animações apresentam um mundo consumido por conflitos anteriores ao protagonista.

Narrativa

Thorn procura a filha desaparecida enquanto cuida de um filho adotivo. A busca é apresentada menos como heroísmo incontestável e mais como obsessão capaz de reproduzir abandono.

Som e música

A trilha e o desenho sonoro dão impacto ao combate e reservam ambiência para momentos em que o desgaste do mundo precisa aparecer sem explicação adicional.

Por que importa

Importa menos por reproduzir um vocabulário soulslike e mais por perguntar o que ele significa quando violência, abandono parental e incapacidade de desistir são o centro.

Conexão com o Brasil

Desenvolvido pela Glitch Factory, estúdio independente fundado e sediado em Brasília.

Desenvolvimento

A Glitch Factory, fundada em 2012 e baseada em Brasília, descreveu o projeto como um action RPG que usa convenções do gênero para discutir violência e abandono parental.

Fontes e páginas oficiais