Antes de iniciar um rebranding
O que é — e o que não é — rebranding
Mudanças próximas, mas diferentes
Motivos legítimos para mudar
O produto ou a estratégia realmente mudaram
O mercado e o público mudaram
Fusões e aquisições
A identidade deixou de funcionar
Reputação e mudança de conduta
Quando NÃO fazer um rebranding
- um produto que não entrega o prometido;
- atendimento lento ou desrespeitoso;
- ausência de posicionamento e prioridades;
- queda temporária de vendas sem diagnóstico;
- ansiedade interna diante de um concorrente;
- gosto pessoal de uma nova liderança;
- inconsistência causada pela falta de processos, não pela falta de identidade.
O problema pede rebranding?
Caso 1: Burger King e uma volta que não é nostalgia vazia
Caso 2: Mastercard e o valor de preservar reconhecimento
Caso 3: Tropicana e a embalagem que perdeu sinais de categoria
O que os três casos ensinam
Tabela
Um processo responsável
- Defina a decisão estratégica e o problema de percepção.
- Audite marca, concorrência, linguagem, experiência e patrimônio visual.
- Pesquise públicos internos e externos sem pedir que “desenhem o logo”.
- Construa critérios antes das alternativas.
- Desenvolva identidade e aplicações como sistema.
- Teste reconhecimento, compreensão, acessibilidade e operação.
- Planeje migração e governança.
- Meça sinais ligados ao objetivo original, sem atribuir toda mudança ao design.